Viajantes da Baixada Santista

Requisitos de Admissibilidade

Carteira internacional de vacinação da febre amarela + passaporte com data de vencimento não inferior a 6 meses + visto – pagável na hora de chegada ao país, porém é possível realizar a admissibilidade e pagamento do visto de forma adiantada, seguindo os procedimentos previstos no site da embaixada.

Informações importantes

É um país com religião 99% de muçulmanos e 1% de católico, assim recomenda-se, pelo menos na área de stone town utilizar roupas mais fechadas e soltas, principalmente as mulheres. Não é permitido entrar no país com sacola plástica de uso único, sendo assim, retirem da mala essas sacolinhas para não receberem uma multinha.

Língua: Swahili, mas no geral o pessoal fala inglês e na parte das praias italiano.

Moeda: Xelim tanzaniano, mas aceitam dólar em praticamente todos os locais. Não fizemos a troca dos nossos dólares para a moeda local.

Grupo de Whatsapp

Para quem tem interesse de socializar com o pessoal que já foi, irá e guias de Zanzibar, uma boa opção é add o grupo no whatsapp.

Tem incidência de malária ou não?

Essa foi a parte mais difícil da pesquisa da nossa viagem, pois falamos com diversas pessoas sobre a existência da malária e alguns afirmaram que tinha e outros não, assim, decidimos nos orientar com um infectologista, para que, ele nos desse a resposta se devíamos tomar algum antimalárico ou não.

O infectologista nos aconselhou o uso de antimalárico, mas não ficamos convencidos de utilizar – já que, não queríamos fazer o uso desse remédio, em razão dos seus efeitos colaterais e passamos a procurar por pessoas que morassem em Zanzibar ou que tivessem retornado recentemente.

Achamos a Lú que nos relatou a existência da doença em Dar es Salaam, mas como não seria o nosso destino, ficamos confiantes da não necessidade de tomar o remédio, até que, conhecemos o guia Mathias, que nos informou que Zanzibar passou uma época por problemas de malária, mas que nos dias de hoje era praticamente inexistente.

Assim, diante de todas as nossas pesquisas, decidimos não tomar nenhum remédio, porém não deixamos de usar repelente o tempo todo.

O que fizemos por Zanzibar?

1ºdia|

Fechamos todos nossos passeios com o guia Mathias ( +255 625 882 444), ainda do Brasil, inclusive o translado do aeroporto ao hotel.

Mathias junto com seu irmão Sultan, nos recepcionaram no aeroporto, super pontuais e todo o passeio foi feito com uma van, muito confortável com água, limpa e uso do ar-condicionado.

Antes de chegarmos ao hotel, paramos numa lojinha para comprarmos um chip de 6gb por 10 dólares e um adaptador de tomada, por 5 dólares.

Nos hospedamos no Tembo, um hotel de Sultão e por isso não se vende bebidas alcoólicas, somente refrigerantes e sucos.

Hotel com ótima localização, decoração e arquitetura árabe. Fomos recepcionados com um suquinho de hibisco, que estava uma delícia!

Como chegamos já no final da tarde, curtimos a praia que fica nas redondezas do hotel e ali já pudemos contemplar um belo sunset.

Depois fomos conhecer a tão famosa casa, onde Freddie Mercury viveu até seus 7 anos junto com sua família, atualmente o local pertence ao hotel Tembo e é um dos apartamentos disponíveis para hospedagem.

E por fim, passamos em algumas lojinhas, porque aquela lembrancinha básica tem que rolar né?

2ºdia|

Após o farto café da manhã, fomos conhecer a Prison Island também conhecida por Ilha Changuu . O trajeto é feito por um barquinho e durou aproximadamente 30 minutos. A prisão foi construída para abrigar prisioneiros e pessoas doentes. No local é possível ver algumas celas e uma vasta vegetação.

O maior atrativo do passeio acaba sendo as tartarugas gigantes, que foram importadas das ilhas Seychelles, no final do século XIX. É possível alimentá-las e acariciá-las, são super mansinhas.

O peso médio dessas lindas é de 200 kg, sendo que tem umas por lá com mais de 150 anos de idade.

Outra parte linda do passeio é a cor da água que margeia a ilha, sendo possível nadar, flutuar e desfrutar daquele mar lindãooooooo da forma como lhe agradar.

Em seguida, fizemos um pequeno city tour por stone town (cidade de pedra), que foi declarada Patrimônio da Humanidade pela UNESCO em 2000.

A cidade de pedra é uma mescla de várias etnias (africana, indiana, árabe, persa e europeu) e passamos pelas suas ruas estreitas e seus vários labirintos, passando por algumas mesquitas, feiras, pelas lindas portas e vendo o dia a dia dos nativos, além dos seus costumes gastronômicos e habitual vestimenta.

Em continuidade, fizemos o spice farm tour, que consiste num almoço típico com especiarias e degustações de frutas e verduras.

Finalizamos o dia, indo para nossa acomodação na praia de Nungwi. Nos hospedamos no Makofi, um hostel com muita energia, pé na areia, colorido e animado. Ficamos num quarto individual, porém com banheiro coletivo, tendo tanto água fria como quente.

Só fizemos nosso check-in e partimos para conhecermos a famosa praia, já na entrada, foi uma explosão de sentimentos, quando avistamos aquele mar azulzinho.

Pudemos contemplar aquela beleza toda e a forma dos nativos curtirem a praia, respeitando os seus costumes.

Aproveitamos para curtir o lindo sunset e jantarmos por ali mesmo, a beira mar, aproveitando toda aquela magia de céu colorido + praia.

3ºdia|

O café da manhã do hostel é bem básico, frutinhas, suco e café e pão ou panqueca. Eles fazem ovos mexidos e na mesa deixam nutella, margarina e pasta de amendoim.

Após o café da manhã, a nossa ideia principal era andar a beira-mar saindo da praia de Nungwi com destino a praia de Kendwa, porém começamos a ver várias pessoas se utilizando de embarcação para ir nas outras praias, aíiiiiii, não vamos negar, tivemos uma certa preguiça de ir até Kendwa a pé e decidimos pagar 10 dólares para um barqueiro fazer a nossa travessia num barco a vela e foi incrível, sabe aquela situação que você acha que não vai acontecer nada? Pois é, foi bem assim! O barqueiro além de ser super divertido, nos deixou fazer snorkeling e a travessia foi super encantadora e alegre.

Já em Kendwa, andamos um pouquinho pela praia e decidimos ficar num dos vários restaurantes pé na areia.

De volta a Nungwi, aproveitamos para conhecermos mais os Maasais, inclusive uma pequena loja improvisada por eles, onde pudemos comprar vários artigos decorativos. Eles pertencem a uma tribo seminômade que vive pelo norte da Tanzânia e Quênia, essencialmente agrícola. Os meninos e homens usam uma espécie de vestido colorido e sandálias- algumas feitas de pneus , um cajado e uma faca amarrada na cintura, além de pulseiras ou colares de miçangas, já as mulheres e meninas crianças, são no geral super magras, também usam uma espécie de vestido e sandálias, possuem o cabelo raspado e usam várias bijuterias coloridas pelo corpo.

Bateu aquela fominha e decidimos comer no restaurante que fica na parte superior da rede hoteleira Z. O ambiente é bem charmoso, com uma bela visão para a praia, experimentamos um drink com chá verde e gengibre, prato de camarão com legumes e de sobremesa, petit gateau.

Quando estávamos curtindo mais um sunset incrível, ficamos sabendo que os Maasais fariam uma demonstração da sua dança típica, que é a famosa dança dos saltos, que é utilizada como ritual de boas-vindas e momentos religiosos, como quando a criança passa para a fase adulta ou para buscarem suas futuras esposas e para lá fomos, apreciar esse espetáculo.

Encerrando o dia nessa praia incrível, fomos para o BBQ – jantar temático noturno do hostel, muto bom e saboroso, com muitos frutos do mar e quitutes típicos, além do fire show super animado.

4ºdia|

Mudamos de hotel, porém antes de chegarmos, fizemos um passeio para vermos os golfinhos e snokerling em Mnemba island. A gente viu golfinho, mas acabou sendo tão rápido, que a gravação ficou longe, mas dá para vê-los ahauhauahua.

Em continuidade, fomos para Paje conhecermos os encantos dessa praia, dona de um mega vento e aguá verde cristalina, é o paraíso para os amantes de kitesurf.

Nos hospedamos no Waterfront, um hotel mais pomposo, com um quarto super espaçoso, cheio de mimos por todos os cantos, inclusive sabonetes feitos de banana e aquela piscina de tirar o fôlego.

No final da tarde conhecemos o glamoroso restaurante The Rock

Escolhemos um macarrão com lagostins e verdura, massala com cuscuz e uma sobremesa de coco com chocolate, não achamos o sabor incrível e também achamos o preço carinho para o tipo da comida, então aconselhamos ir para tomar um drink e petiscar.

Já de volta ao hotel, fomos conhecer o Mahali e lá encontramos o refrigerante stonew tangawizi, uma explosão de sabor, lembra soda com tangerina e gengibre

A noite curtimos a noite de rodízio no restaurante Mr Kahawa, muito saboroso e repleto de comidas típicas.

5ºdia|

Após curtirmos um lindo sunrise e um gostoso café da manhã, esperamos Mathias para darmos início ao passeio blue safari.

A primeira parada do passeio foi na pequena ilhota de Nakupenda, de cor cristalina e azulzinha, foi um encanto para tirarmos fotos e aproveitarmos toda aquela beleza, até porque fomos um dos primeiros barcos a chegar. Como cortesia a empresa serviu algumas frutinhas para amenizar o calorão.

Rolou uma paradinha para snorkeling e logo em seguida fomos para uma lagoa toda arborizada.

Em seguida paramos numa praia Matemwe e se iniciou o almoço – muito bom por sinal, uma vez que, o menu foi todo de frutos do mar, então tinha lagosta, camarão e lula, além de arroz, salada e batata frita. .

Na praia tem uma porção de lojinhas, que com paciência e muita conversa se consegue ótimos preços.

Também encontramos nessa praia a árvore Baobá, símbolo do continente africano.

Pensando que o passeio estava encerrando, tivemos ainda grata da surpresa de curtir um legítimo barco a vela, tendo assim, uma experiência incrível, bem como uma seleção de cantigas de músicas hauhauah

A noite, fomos novamente no Mr Kahawa, só que para comermos a la carte. Também foi uma ótima experiência.

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