Viajantes da Baixada Santista

Em continuidade ao nosso Mochilão, cruzamos a fronteira da Bolívia para começarmos nossas descobertas pelo Peru.

Admissibilidade no Peru

Escolhemos prosseguir com o pessoal da Bolivia  Hop e assim, embarcamos na cidade boliviana de Copacabana e seguimos rumo a fronteira. Tivemos um infortúnio que foi a falta de luz e a ocorrência de chuva de granizo, porém, o guia do Bolívia Hop, se mostrou super certeiro em temos optado por essa empresa, resolvendo tudo rapidamente, tirando assim, cópia dos nossos passaportes/fotos e deixando com o pessoal da imigração. Ficamos imaginando se não tivéssemos o assessoramento deles, com certeza teríamos que esperar a luz  do guichê boliviano regressar.

Em cerca de 500 metros, da imigração boliviana, já se encontra o guichê de admissibilidade peruano, não nos pediram a carteira internacional de vacinação da febre amarela, entretanto, cabe informar ser um documento obrigatório de admissibilidade.

Após, passarmos pela aduaneira peruana, nos dirigimos ao estacionamento onde se encontrava o ônibus da Bolivia Hop, para seguirmos viagem, no geral o trâmite administrativo de entrada e saída, durou menos de 30 minutos.

Em razão da grande chuva, acabamos não tirando foto no letreiro peruano.

Em resumo: Necessário passaporte com data de entrada válido e/ou RG conservado + carteira internacional de vacinação da febre amarela.

Puno

Nossa primeira cidade peruana foi Puno, entretanto mesmo antes de chegarmos tivemos um problema. Dani começou a se sentir mal, em razão, ainda dos efeitos do soroche sentidos na Bolívia  e assim, ao chegarmos em Puno acionamos o médico residencial do seguro.

Para resumir, Dani teve que inalar oxigênio e controlar a sua pressão, por meio de remédios e injeções.

Puno fica a 3.827 metros de altitude, ou seja, muitooooo alto, por isso recomenda-se sempre viajar com seguro saúde ou seguro viagem.

Hospedagem: Puno Hostels, na Jr. Puno 124, 051 Puno, Peru . Como o Dani ficou bem ruim, não aproveitamos muito o arredor urbano do hostel, mas em compensação temos muito que agradecer a Jane, funcionária do hostel e enfermeira, que prestou toda assistência para nós, inclusive foi conosco no passeio a Isla Flotantes de Uros.

1º dia|Isla Flotantes de Uros

Pegamos a embarcação no porto de Puno e em menos de 30 minutos, já estávamos na entrada da Ilha Flutuante. A visão panorâmica é super bonita e repleto de totora.

Entrada na Ilha Flutuante

Para entrar na isla paga-se um pequeno pedágio, do qual o valor não conseguimos descobrir, porque é um trâmite bem rápido para pagar e acabamos esquecendo de perguntar a Jane.

A isla é composta por aproximadamente 87 ilhas,  ao passo que, fomos direcionadas para uma das ilhas, composta por 4 casas.

Foi ministrado pelo presidente da isla (de 4 casinhas), o dia a dia dos nativos,  a forma intrigante de como vivem, bem como extraem as totoras e fazem a manutenção das casas.

No final da explanação foram oferecidos alguns artesanatos para comprarmos. O preço do artesanato é caro, se comparado com as lojas de que ficam próximas ao porto.

Por 15 soles, por pessoa, fizemos o passeio na famosa embarcação de totora, com 1 parada.

Paramos na ilha Quechua, que é composta por restaurante e empório. É aqui, que você consegue o famoso carimbo no passaporte da Isla de Uros e por ele, pagamos menos de 5 soles.

2º dia| Cruz del Sur | Arequipa

Arequipa não fazia parte dos nossos planos, a bem da verdade ficaríamos hospedados na Isla de Uros e também conheceríamos a Isla Amantaní – que tem muitas ladeiras, entretanto, em razão da  agravada situação de soroche do Dani, que culminou inclusive com um 1 dia de internação, os médicos recomendaram que fizéssemos nova aclimatação e nos deram como sugestão a cidade de Arequipa, com 2.300 metros de altitude e para lá partimos, após a sua alta.

Fomos até a rodoviária de Puno, que por sinal é bem organizada e embarcamos pela empresa Cruz del Sur. A empresa nos surpreendeu positivamente, além dos ônibus serem bem confortáveis, cada assento tem um tablet, é servido refeição e demais quitutes pela aerobus, muito idêntico ao serviço de bordo das aeronaves.

Arequipa

Arequipa, também chamada de cidade Branca, por conta da maioria dos prédios históricos serem feitos com pedra vulcânica, é uma cidade, com ares europeus, realmente muito bonita.

Hospedagem: Hostal San Augistin, na Calle San Agustin #125, Arequipa, Peru. Um casarão antigo e lindo, super bem conservado e com ótima localização, bem no centro antigo. Banheiro amplo e limpo, com ótima ducha quente. Não disponibilizam café da manhã.

3º dia| Café da Manhã no La Surtida| Monastério Catalina| Chicha por Gastón Acurio | Café Y Vino

Fomos conhecer o La Surtida, local charmoso, com decoração típica e comidinhas gostosas e saudáveis. No total gastamos 29 soles, entre 2 combos de café americano e 1 bowl de fruta.

De lá, partimos para o Monastério Catalina  que é literalmente uma cidade dentro de Arequipa. Trata-se de moradias de várias freiras, inclusive data a história, que até mulheres pobres por lá também viveram, o que não era comum para a época.

O Monastério, é enorme mesmo, sem exageros, composto por cores terrais, azul e branco, tem muitos quartos, várias vielas floridas, pintores pelos corredores, é possível também,  ver e utilizar o sistema de fornecimento de aguá e como eram realizadas e selecionadas as comidas, inclusive adentrar nos depósitos, além das belas paisagens para as cordilheiras.

Informações: * entrada gratuita para menores de 7 anos * 40 pesos chilenos por pessoa * 20 pesos chilenos por pessoa, para os estudantes estrangeiros, com menos de 21 anos * funcionamento de segunda a domingo das 9h às17h *terça-feira e quarta-feira das 9h às 20h *sexta-feira santa, 25/dez e 01/jan fechado ao público *pagamento em dinheiro ou cartão

Depois de um passeio cultural impressionante, fomos conhecer a famosa gastronomia e escolhemos o Chicha por Gastón Acurio. O local  tem uma rica decoração e ótimo atendimento. O restaurante lota facilmente, por isso recomendamos chegar com antecedência e mesmo a gente chegando por volta das 12 horas, encaramos uma básica lista e fila de espera.

Já em relação ao preço, é um pouquinho acima da média, gastamos o valor de 63 dólares em 2 pratos principais (ceviche e pulpo), 1 suco amoroso (combinação de frutas), 1 taça de vinho e 1 sobremesa (esfera sensible).

Arequipa a noite é igualmente linda, as iluminações das construções dão um toque mais mágico ao local. 

Para completar a noite, fomos ao Cafe Y Vino, para degustarmos uma boa noite com petiscos arequipanos. Escolhemos vinho, com tábua de queijos e para finalizar, uma chazinho de coca.

4º dia| Arequipa x Cusco

Arequipa é um local que merece muito mais que 2 dias, mas como foi uma cidade não planejada, não conseguimos ver tudo o que ela tinha a nos oferecer, nossos amigos do Trilhar e Mochilar ao passarem por Arequipa, escreveram em seu blog,minuciosamente sobre muitos locais dessa bela cidadela, inclusive fizeram o Canyon del Coca. Não deixem também de visitar a múmia Juanita.

Após o café da manhã – escolhemos uma das várias ofertas de restaurantes localizados na praça central, todos no geral, têm preços similares – partimos para o aeroporto de Arequipa, com o destino a Cusco.

O Aeroporto é grande se comparado ao de Cusco, tem algumas lojas, disponibilizam tomadas para carregarmos o celular e pequenos decks para alimentação. O  percurso do voo demorou em torno de 1 hora.

Já no aeroporto de Cusco, estávamos começando nova aclimatação, então fazer qualquer tipo de esforço, se tornou totalmente proibido. Ao contrário do nossos aeroportos, em Cusco, paga-se para utilizar o carrinho de bagagens, o que é totalmente aconselhável pagar pelo serviço, sobretudo para não fazermos esforços físicos. Recomenda-se também, passar o primeiro dia descansando na hospedagem, para fazer uma excelente aclimatação.

Cusco

Cusco está localizado no Vale Sagrado dos Incas, na região dos Andes, tendo aproximadamente mais de 300 mil habitantes, estando situado a 3.400 metros de altitude.

Deixamos esse final de tarde para aclimatar, sobretudo pelo ocorrido com o Dani em Puno.

Hospedagem: Pirwa Posada del Corregidor, na Plaza de Armas – Porta de Panes, 151, Centro de Cusco. Os quartos são bem confortáveis, banheiro com ducha quentinha, já o café da manhã é no restaurante na parte superior, simples, mas eficiente, além da bela visão para a praça das armas.

Deixamos nossas bagagens no hostel, sem custo, quando fomos ao Povoado de Machu Picchu e quando regressamos, tudo estava como deixamos.

5°dia|Vale Sagrado

Começamos nosso passeio ao Vale Sagrado, que é formado por Pisaq, Ollantaytambo, Moray e Chinchero, em razão da nossa perdas de dias, por conta do desvio de rota, na cidade de Arequipa, compramos somente o boleto turístico resumido que custou 70 dólares, havendo também,  a opção de comprar o boleto mais extensivo, que contempla show cultural e outras atrações em Cusco.

Iniciamos o passeio, com uma parada estratégica na loja Perú Arte, visando ter aula expositiva sobre a extração de cores e tingimento nas linhas obtidas das pelagens de lhama e alpaca, bem como utilizar o banheiro, posto que, já sabíamos que em Chinchero, se houvesse banheiro, seriam precários.

No geral, vale super a pena a aula expositiva, porém os preços dos produtos vendidos nas loja, são bem caros, mas é de considerar ‘o preço’, uma vez que, são feitos com 100% de pelagem de lhama e alpaca.

Chegamos bem cedo em Chinchero, por volta das 8 horas da manhã, o que foi um ponto negativo, pois as Cholitas ainda estavam chegando para expor as mercadorias e a igreja se encontrava fechada.

Recomenda-se andar nas ladeiras, com a maior calma e tranquilidade possível, isso porque, o local é mais alto que Cusco, chegando a 3.762 metros de altitude e têm muitas ladeiras, o cansaço é aparente.

Chinchero é composta por várias ruínas, ladeiras, lojinhas de vestuário e várias exposições agrícolas, demonstrando a expertise dos incas.

De lá, fomos para Moray, famosa pelas sinuosas curvas de plantio agrícola.

Em seguida, fomos as Salineiras de Moray, já observando de longe, via ônibus de turismo, num  percurso repleto de penhasco,  ficamos de ‘boca aberta’ com o que iríamos presenciar em poucos minutos.

O local ao vivo, é incrível, de uma beleza única, ficamos ali um tempo imaginando como tudo aquilo começou, inclusive têm salineiras da época dos incas.

Conhecemos o centrinho da cidade de Moray, na verdade é uma vilinha bem pacata, mas com aquele charme costumeiro dos vilarejos do Peru, super vale a pena, dar uma passadinha para comprar sal nas lojinhas, tem sal para banho, comer, benzimento, é uma festa de sal.

Almoçamos no restaurante El Maizal por estar incluso no tour, entretanto a comida,  servida no estilo buffet livre, não nos agradou, acabamos comendo o famoso macarrão com pesto e algumas carnes. O local em si é bem arejado e bonito, com cadeiras e mesas no jardim para comermos o almoço.

O próximo destinho foi conhecer Ollantaytambo, distante 60 km de Cusco e já avisamos, que vale a pena ficar pelo menos 1 dia e  1 noite na cidade, tem bastante oferta de hostel e pousada. Daqui também tem embarque de trem para o  Povoado de Machu Picchu.

Nesse sítio arqueológico, dentre todas as obras, o templo do Sol é o mais irreverente e impressionante, nos fez pensar a tamanha inteligência  que os incas detinham.

Por fim, fomos a Pisaq, ao chegarmos lá tivemos a surpresa de cair uma baita chuvona, o que fez com que, os funcionários restringissem muitas partes do parque.

Após a chuva, fomo contemplados, com um lindo arco-íris e para finalizar o dia, paramos no centro de Pisaq para vermos algumas lojas de pedrarias e roupas típicas.

Já a noite, em Cusco, estávamos super cansados e assim, optamos por comer no restaurante que fica no piso superior do hostel, do qual por sermos hóspedes, ganhamos 10% de desconto no preço final da conta.

6° dia|Inca Rail |Povoado de Machu Picchu | Compra do ônibus|Restaurante Índio Feliz

Compramos os ingressos da Inca Rail, com 1 mês de antecedência, via site. Para quem enjoa (como a Cá) é super importante escolher o sentido frente do trem, porque para trocar a poltrona no dia do passeio é bem difícil, na verdade quase impossível.

Escolhemos o translado mais econômico, saindo 65 dólares cada percurso e por pessoa. Pegamos o trem na cidade de Poroy, cerca de 30 minutos, distante de Cusco. Durante o trajeto nos serviram cookies e bebidas.

As acomodações são super aconchegantes e em que pese ter quantidade de mala controlada para embarque (no máximo 5 quilos), vimos muitas pessoas com malas gigantescas, mais que uma até, por pessoa.

O trajeto é super bonito, cheio de paisagens montanhosas e com rios, em determinado trecho (no vale sagrado) o trem faz uma parada, para nos mostrar o hotel Skylodge Adventure Suites, em que as acomodações são em forma de caixão, encravadas nas montanhas, numa altura de aproximadamente 400 metros, é uma mistura de pavoroso com aventura, né? 😈.

Ao chegarmos no povoado, tratamos logo de ir na empresa consettur para comprarmos o ingresso de transporte a Machu Picchu. 

Valores em Agosto/18

Povoado de Machu Pichhu

Hospedagem: Casa Machu Picchu Hostel, na Av Imperio de los incas, 636, Machu Picchu, Peru. O hostel é bem completo com sala de jogos para integração da galera, wi-fi bem rápido, limpeza admirável, sobretudo dos banheiros coletivos, podemos considerar a melhor ducha quente de toda a viagem pelo Peru.

O povoado de machu picchu também conhecido por águas calientes é bem pacato entretanto, tem grande variedade de restaurantes, hospedagem, além de uma ampla feira de artesanato aos pés do embarque/desembarque do trem. O povoado é margeado pela trilha do trem e por outro lado, por um rio belíssimo com várias pedras, para embelezar ainda mais a contemplação .

Já alocados no hostel fomos almoçar no restaurante Índio Feliz, muito famoso entre os brasileiros. O local tem uma decoração bem fofa, cheio de bilhetes de vários consumidores e adoradores do estabelecimento.

Eles servem além da comida a la carte, uma espécie de buffet e para quem não come muito, 1 buffet alimenta tranquilamente 2 pessoas, gastamos 112 soles entre menu 77,50, refrigerante fanta 7,50 e taça de vinho 19,50.

O povoado é super democrático, achamos vários menus por 15 soles, além de várias mercearias para comprarmos o nosso kit lanche e comermos no hostel.

7°dia|Machu Picchu

Atualmente, quando se compra os ingressos para o parque, no site, se escolhe o período matutino ou diurno para visitação, devendo então respeitar o horário máximo de passeio, para não ocorrer super lotação de pessoas e por conta disso, as filas de embarque no ônibus da consettur são imensas, por volta das 4 horas da manhã, já se inicia a fila.

Em média, cada ônibus leva aproximadamente 27 pessoas e o revezamento de cada linha demora cerca de 10 minutos para chegar ao ponto de embarque, então, por isso se recomenda ir  para fila cedo.

Guia não é obrigatório para adentrar ao parque, mas aconselhamos contratar, o guia te repassa conhecimentos que os livros são incapazes de reproduzir. Contratamos o guia, na fila de embarque do ônibus.

O trajeto de ônibus até a entrada do parque durou aproximadamente 20 minutos. Durante o trajeto, vimos muitos grupos trilhando pelo caminho inca.

Machu Picchu é a cidade perdida dos incas, localizada a 2.400 metros de altitude, no topo da montanha. No local pudemos constatar as técnicas agrícolas, além dos templos sagrados,  a cidade em si, tinha por finalidade servir de estudo para os incas. Atualmente, é considerada uma das 7 maravilhas do mundo moderno.

8° dia|Povoado de Machu Picchu X Cusco

Acordamos bem cedo e demos mais uma andadinha pelo centro do povoado e fizemos as fotinhas clássicas, nos letreiros, antes de regressar a Cusco.

E rolou um drink (pisco sour) para comemorarmos o final da trip. Você sabe o que é pisco sour? drink típico do Chile e do Peru, composto por pisco e limão batido no liquidificador, para dar cremosidade e  espuminha.

9°|Cusco

Já em Cusco, aproveitamos para tirarmos fotos na praça das Armas na estátua de Manco Capac, na qual explicamos a simbologia, no post da Bolívia|Hospedagem e Passeios, além de conhecermos algumas igrejas e o tão famoso mercado de San Pedro.

O mercado fica bem pertinho da Praça das Armas, média de 5 minutos caminhando e já estávamos lá. De fato, o mercado é o melhor local para compras de lembrancinhas e para quem gosta de experimentar a gastronomia típica, por preços modestos.

Escolhemos experimentar os sucos de lúcuma com pinha e laranja com chirimoya, apreciamos ambos, tomaríamos novamente com absoluta certeza.

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5 Replies to “Peru|Hospedagem e Passeios”

  1. Que viagem, amigos! Arequipa também me surpreendeu, eu adorei! Nunca havia comido tão bem e tão barato! rsrsrs. Em Cusco passei muuuuito mal com o soroche! Quase acionei o seguro saúde também! Mas depois que me recuperei foi só alegria! Tomei os sucos mais gostosos da vida no Mercado São Pedro! E Machu Picchu, gente??? O que é aquele lugar??? Parabéns pelo relato! É muito gostoso rever lugares que tanto gostei!

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