Viajantes da Baixada Santista

Ver boto, inquestionavelmente é uma das coisas imperdíveis quando se viaja para Manaus, entretanto, ao contrário do que pensávamos, não é muito fácil vê-los, tampouco nadar com eles. Pensamento igual, no que tange a aldeia indígena.

Considerações iniciais

De todas as nossas buscas, só localizamos 2 formas de vermos os botos: fazer o passeio encontro das águas com agência de turismo local, guia credenciado ou ir para a Cidade de Novo Airão.

As vésperas de virmos embora, descobrimos que é possível contratar um barqueiro no Porto e ir ao encontro das águas, no final da tarde, momento em que aparecem esses lindões.

Fizemos o passeio chamado de Encontro das Águas, composto por ver o encontro do Rio Negro e Solimões, Vilas flutuantes, Boto Cor-de-Rosa e Aldeia Indígena.

Porto

O Passeio se inicia no Porto  (oficial) de Manaus (em frente ao Mercadão), mas fiquem atentos, porque a capital é cheia de Portos. É nesse Porto que saem os passeios para Santarém e é aqui que vocês veram aqueles barcos enormes com redes.

Embarcamos com  a Equipe da Hellen Soares II e inicialmente eles pararam num posto de gasolina móvel para abastecer a embarcação.

Encontro das águas

O passeio inicia  com a contemplação do encontro do Rio Negro com o Solimões, e é realmente incrível eles não se misturarem.

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Encontro do Rio Negro com o Solimões
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Nós na embarcação
Vila Flutuante

Em seguida, começamos a notar as casas flutuantes se misturarem com a paisagem e ficamos por alguns minutos na comunidade, encontramos nela um criadouro de Pirarucu.

Parque January 

Foi aqui que tivemos acesso as primeiras vitórias régias (a bem da verdade, elas já estavam esverdeada e quase morrendo, mas foi um acalento vê-las), melhor local que vimos essa linda flor foi no MUSA

O Restaurante Rainha da Selva, fica anexo ao Parque, sendo o local programado para o almoço, vale ressaltar que comidaaaaa é muito saborosa.

Boto Cor-de-Rosa

Para quem pensa que poderá nadar com os botos por horas, não é bem assim. Nos levam para uma casa flutuante, que tem uma cooperativa de monitores que auxiliam na contemplação e vivência com o boto.

O local é abastecido com banheiros para trocarmos de roupa (mas não aconselhamos, porque se perdem momentos preciosos, ideal é já ir com a roupa de banho por baixo).

Os grupos são integrados por 10 participantes e claro que, tratamos de ser os primeiros (kkkk…muita euforia), nos foram dados coletes salva-vidas (de uso obrigatório) e pudemos  ficar no deck por cerca de 20 minutos.

Cá, literalmente levou uma trombada dos Botos
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Aquela foto incrível!

No nosso dia, haviam 3 botos,  é importante esclarecer que eles são livres e são atraídos pelo cheiro do peixe. A orientação é para sempre ficarmos com a mão na água, por questão de segurança.

O nado com os botos não pode acontecer às segundas e quarta-feiras, para o fim de o boto ir caçar e não se acostumar com a facilidade de comida. Também é importante esclarecer que, existe o limite diário de peixe que o monitor pode dar para cada boto nos passeios, contudo, procurando relatos na internet, as ONGS de proteção aos animais mesmo assim condenam esse tipo de passeio.

Em que pese o pouco tempo com esses lindões, o momento é extremamente emocionante. Pudemos acariciar e dar beijinhos nos botos.O monitor do nosso dia, era uma pessoa extremamente vocacionada, tirou todas as nossas dúvidas e curiosidades em relação a esses lindões.

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Botos
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Beleza única!
Tribo Dessana.São índios de verdade?

São, mas sabem da nossa política, falam português, porém, vivem em ocas e dormem várias pessoas num mesmo comodo de forma compartilhada.

Não achamos os índios simpáticos nem receptivos,  sentimos que eles queriam a mínima interação conosco (talvez seja a forma indígena de ser).

Ao chegarmos, o pajé se apresentou e foram demonstradas 3 danças, sendo que na última, os índios nos chamam para participar.

Em seguida,  eles nos mostraram as suas comidas típicas, como por exemplo larva, formiga e peixe (tudo para degustação). Cá somente conseguiu comer a formiga, já Dan a formiga e a larva.

Para quem quiser ser tipicamente pintado é cobrado o valor de R$ 2,00. Já o bicho preguiça, é possível pegá/acariciá-lo gratuitamente, entretanto, os índios pedem uma gratificação por ficarem acompanhando você pegar o bicho-preguiça, mas não há obrigatoriedade.No local, também tem alguns artesanatos, com preços bem convidativos.


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28 Replies to “Encontro do Rio Negro e Solimões, Boto Cor-de-Rosa e Aldeia Indígena Dessana (AM)”

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